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"Okay, Ayden. Eu vou usar essa poção rosa em você. Se uma multidão de garotas ir atrás de você, terá 2 conclusões: 1ª: A poção funciona. 2ª Meu irmão finalmente vai parar de ser virgem- Ei! Aonde cê tá indo?! Volta aqui!!"

Almedha Haylay, agora conhecida como Walvir, é uma Druidesa, mãe de 4 filhos e fiance de Ruktar.

( Um Retcon em todas minhas páginas está ocorrendo, qualquer coisa que ler de mim não é canon. -Dark )

Biografia Edit

Almedha Haylay teve vidas diferentes.

Não se tem muita informação do passado mais profundo de Almedha, mas será juntado aqui o nós sabemos.

Almedha Edit

Almedha Haylay começou sua vida em Guilnéas, focada em treinamento físico pesado para fazer parte do exército guilneano. Ele se exercitava horas por dia, se alimentando e tendo pouco tempo para fazer amizades ou dar atenção ao restante da família (Do qual seus pais haviam falecido, e só restava alguns irmãos e primos).

Ela estava aos poucos se integrando no exército, e logo, seu objetivo foi concluído. O motivo de tal objetivo era que Haylay era Feminista de uma forma "superior", ela sempre reclamava que a maioria dos homens guilneanos eram apenas "Frangotes em roupas chiques se escondendo atrás de suas políticas". Haylay só via os homens do exército e veteranos de guerra como "Algo que valia a pena".

Ela chegou perto de ser comandante, mas foi impedida por causa de uma única coisa "A Maldição Worgen", que havia lhe afetado fortemente.

A partir daí, não se sabe se a maldição foi transmitida por Arugal ou se ocorreu durante o cataclismo, mas algo é claro: Ela havia sido curada parcialmente para manter sua mente humana, mas acabou perdendo a memória no processo.

S'rhar Edit

Com a memória perdida, Almedha não se lembrava nem do próprio nome, e ficou zanzando pelo mundo, confusa, não sabendo o que havia acontecido, até que se deparou com Ventobravo, uma cidade bela como a neve, alegre como uma criança.

O jeito mesmo era se integrar como uma cidadã na cidade, e ser um cidadão sem trabalhar não é ser um cidadão, é ser um mendigo. Até que ela se lembrou quando estava caminhando pela Floresta de Elwynn, que era abundante em frutas, maçãs, laranjas, qualquer coisa que podia crescer a partir do solo ou da árvore.

Estava tudo certo, ela arranjou algumas frutas para vender no comércio, mas só faltava algo que ela ainda não tinha resolvido: Seu nome. Qual era seu nome? Ela não se lembrava. Com o pensamento rápido ela só pensou em uma única coisa: S'rhar, S'rhar e mais nada. Sim, era isso! Este era o nome perfeito, ela pensou.

E assim, a vida de S'rhar começou, uma simples vendedora de frutas, que sabia muito sobre a vida, mas não se lembrava de seu passado.

Não durou muito a vida calma de S'rhar, pois um dia, ela havia descobrido a Bruxaria, algo que lhe "prometia poder", mas ele havia que manter segredo sobre isso, se não o poder não iria vir até ela. S'rhar não sabia, mas a Bruxaria não era bem vista perante as pessoas, então um aviso como aquele foi bem feito. Ela começou a praticar aos poucos, de um feitiço simples a tentar evocar um demônio fraco (Como um diabrete), e andou bem, ela aprendia rápido e com poucos erros, parecia que ela ia se tornar uma excelente bruxa.

Mas tudo mudou em um dia em sua venda, quando recebeu um cliente alto, com leves cicatrizes em seus braços e um rosto de um guerreiro. Vendo aquela figura com uma aparência de alguém que participou de diversas batalhas, S'rhar se sentia estranha, como se o seu "eu" passado falava com ela, como se Almedha havia retornado. "Aquele não é fajuto" Alguma parte profunda de sua mente havia falado. - Algum problema, senhorita? - O indivíduo alto perguntou. S'rhar logo sacudiu a cabeça rapidamente. - Nada não, senhor, eu só estava presa em pensamentos. - Ela respondeu. - Bom, eu gostaria de levar umas dez destas maçãs. - O homem pediu, sacando algumas moedas do bolso. - Família cheia? - S'rhar questionou. - O que? Ah, não, não, é que sou do tipo que viaja muito... e também, é bom ter em estoque quando não estou andando por ai, não é verdade? Gosto de uma boa maçã - Ele respondeu, além de falar um pouco a respeito. - E qual seu nome, senhorita? - O homem alto perguntou. S'rhar arregalou os olhos. - Por que, senhor? - Ela questionou. - Eu gosto de saber do nome do meu vendedor - Ele respondeu, sorrindo. - Prazer, S'rhar. E o senhor? - Ela respondeu a pergunta. O indivíduo se via surpreso com tal nome incomum. - Snake Dontetravo, senhorita, é um prazer. - Ele respondeu, fazendo um breve comprimento, sorrindo, pagando S'rhar, e indo embora com tais maçãs. S'rhar, após vendo-o ir embora, ainda se sentia estranha.

Voltando para uma estalagem que ela pagava para ficar todos as noites, S'rhar se sentiu seguida por algo, virando constantemente para trás e para os lados, acelerando um pouco o passo, até que viu algo em um corredor, uma sombra, e seus olhos eram brancos como a lua, brilhando intensamente. Ela mal viu aquela entidade de olhos brancos e saiu correndo, em direção de qualquer coisa que podia a proteger ou a esconder, olhando para trás constantemente até que atingiu alguém, caindo de costas no chão. Logo ela olhou pra cima e viu uma figura familiar. - Senhorita S'rhar? Houve algo? - Snake perguntou, olhando para ela brevemente e logo para frente para ver se achava o seu problema. S'rhar logo explicou e Snake entendeu, escoltando-a com segurança até sua estalagem. Ao chegar no destino, S'rhar agradeceu, e Snake insistia que proteger os outros era parte de seu dever e que agradecimentos não eram totalmente necessários, mas mesmo assim, S'rhar agredeceu, fazendo o indivíduo sorrir levemente e desejar boa noite, indo embora novamente. S'rhar começou a sentir a mesma estranheza dentro de sua mente novamente, mas desta vez acompanhada de outra sensação estranha, mas não estava na mente, estava em outro lugar.

Ao entrar em seu quarto na estalagem, ela se deparou com um bilhete em seu travesseiro. Ela o pegou e o leu, e estava escrito em uma tinta muito negra: "Eu sei o que você faz" com o traço do Z "caindo" pelo papel. Ela se sentiu ameaçada, mas logo decidiu dormir e esquecer dos problemas do mundo.

Ao passar do tempo, a vida de S'rhar passou. Ela começou a conversar mais com o indivíduo nomeado Snake, ainda sentia medo de ser seguida, ainda vendia frutas. Cada vez mais que a amizade com aquele homem alto aumentava, ela cada vez mais sentia ambas as estranhezas, mas parecia que a que estava em sua mente estava sumindo aos poucos. S'rhar e Snake começaram a se ver diferente após alguns meses amigos, finalmente ela podia entender de onde vinha a estranheza: Do coração, algo que ela não podia descrever para si mesma. Aquilo era Amor, mas S'rhar não conseguia pronunciar o nome fácilmente, até que Snake acabou lhe pedindo em namoro.

O caminho continuou até Casamento, Família e Filhos. Ela havia dado parto de gêmeos, duas belas crias, um menino e uma menina, "Jack e Jade" eles haviam nomeado.

Mas a paz não durou, pois só tinha uma coisa no caminho da felicidade de ambos: Sarkaro Dontetravo, irmão de Snake, do qual estava louco e, sem mais nem menos, raptou S'rhar, levando-a até o topo da catedral de Ventobravo enquanto Snake apenas corria atrás, desesperado para impedir seu irmão. A cena era clara: S'rhar via uma lâmina na frente de seu pescoço e um homem segurando-a firmemente enquanto olhava pro seu irmão. Ela nunca sentia tanto medo em sua vida, largando lágrimas, não falando em desespero. Em um tempo S'rhar só pode ouvir um rasgo, líquido caindo no chão e um indivíduo segurando-a nos braços, gritando. E tudo.... ficou escuro, escuro, era isso o que ela via, apenas escuridão.

Walvir Edit

Enquanto isso, S'rhar ainda só via escuro, talvez algumas lembranças, até que se deparou com duas Entidades, uma escura de olhos brancos e uma branca de olhos negros, indo em sua direção até que a agarraram, fazendo do nada tudo ficar escuro de novo, só que com uma diferença, ela parecia estar em um rio de almas, algumas indo mais alto para algo brilhante, enquanto outras estavam indo para baixo, para um escuro total. Pórem, ela estava sendo puxada para outro lugar, um lugar aonde chegava mais e mais almas, até que colidiu contra elas, voltando ao em vez de segui-las para o rio de almas. Tudo ficou escuro de novo, até que as entidades de antes apareceram novamente, em sua frente, fitando-a. Ambas se olharam, depois olhando para S'rhar novamente. - Walvir - Ambas disseram, e de repente S'rhar se via em uma clínica médica, confusa, e quando olhou para a porta, viu lá, Snake olhando ligeiramente para ela e logo indo embora... mais uma vez.

Após isto, S'rhar toma seu novo nome como Walvir, se apaixona pelo mesmo homem que ele parecia não se lembrar dela, e começa a sua nova vida (Em On).

Pré-passado Edit

Walvir descobre sobre o seu passado, sobre sua vida guilneana e que Darko havia enviado Sarkaro para a assassinar pois ela era uma bruxa, mesmo iniciante e de boa atitude.

Walvir percebe a corrupção dentro de Darko, e decide fugir dele, logo, pensa em suicídio.

Pré-presente Edit

Walvir se vira contra Darko junto à uma Investida, sem qualquer habilidade, procurando por conhecer mais o Druidismo.

Atualmente Edit

Walvir vive em paz em sua casa, ao lado de Ruktar, uma Arakkoana que antes era suposta ser sua inimiga, agora, algo mais.

Aparência Edit

Almedha Edit

Almedha tinha cabelos bem curtos ("pois cabelos grandes atrapalhavam em batalha"), um corpo bem muscular, um pele só um pouco escurecida, além de ser ruiva. Preferia usar armadura todo dia.

S'rhar Edit

S'rhar deixou seu cabelo crescer, ainda era ruiva, perdeu um pouco sua muscularidade. Usava uma veste casual.

Sua forma bestial apresentava ela assim: Ela tinha os cabelos mal ajeitados, pelagem branca e marrom claro. Garras afiadas, mas pequenas, pés e mão.

Walvir Edit

Tinha as mesmas características que S'rhar, porém, usa vestes para Druida, e, em casa, uma simples calça e camisa.

Filhos Edit

Ao longo do tempo, Walvir deu parto de crias como "S'rhar" e "Walvir".

  • Jack Dontetravo (O gêmeo, humano, frequenta bares e gosta de ser um caçador.)
  • Jade Dontetravo (A gêmea, Worgenin (Não se sabe como foi afetada), Druida renegada e rebelde.)
  • Zharlik Dontetravo (Primeira cria de Walvir, Worgen, não se sabe o seu hobby.)
  • Tavaris Kendrek Dontetravo (Segunda cria de Walvir, Humana/Worgenin (nunca foi vista em On), aspirante para guerreira.)

Personalidade Edit

Social Edit

Walvir costuma as vezes ignorar pessoas novas, mas caso a pessoa puxe o assunto certo, Walvir responderá.

Amizades Edit

Mostra respeito a pessoas mais conhecidas.

Com amigos, ela age normalmente, fazendo piadas só de vez em quando.

Com melhores amigos, ela ainda age normalmente. Porém, ela é brincalhona a ponto de machucar seus amigos de uma forma amigável, além de pregar peças de vez em quando. "Bem vindo ao inferno, Ayden, você morreu, agora junte-se a mim." -Walvir mentindo para Archibald Ayden após ter jogado uma garrafa de água gelada em sua cara em plena nortúndria.

Raiva e Perdão Edit

Walvir as vezes leva vingança bem a sério.

E é difícil conseguir ela para perdoar alguém.

As vezes.

Inimizades e Combate Edit

Walvir trata seus inimigos como "lixo", simples.

Romantismo Edit

Walvir nunca chegou perto de se apaixonar pelo mesmo gênero, sempre preferindo o gênero oposto.

Por causa de um "Convertimento", Walvir começou a gostar de ambos gêneros, apenas se importando pela personalidade de uma pessoa.

Origens e Notas (OFF) Edit

Walvir, junto a vários personagens meus, vem de Skyrim, e lá, ela tem quase a mesma vida, porém, nunca foi guerreira.

Ela teve a vida traçada e destroçada várias vezes, mas em Skyrim, ninguém, nem ela, sabe disto.

Notas: Em minha opinião, Walvir é a minha personagem mais.. "coitada". Ela teve quase o mesmo destino em Skyrim, tirando a parte que só se apaixonou por Snake uma única vez, ao em vez de duas em World of Warcraft. Em Skyrim, ela não é nenhuma guerreira, apenas uma dona de casa vivendo sua vida em paz, sendo protegida pelo único herói da sua vida que é seu marido. Ninguém nunca soube, mas a vida dela não teve apenas o rumo que eu pensei naquela terra gelada cheia de Dragões, tem mais segredo, e mesmo eu, como o criador da história, não sei a respeito.

Snake ia ser o protagonista da minha história novamente em World of Warcraft... mas daí pensei: Por que não o personagem que eu menos dava atenção em Skyrim? Walvir desta vez é a minha protagonista, e Snake apenas um side-personagem. Ela sofreu muito, merecendo ter mais atenção minha desta vez.

O fato de Walvir estar.. namorando uma Arakkoa é uma história tremendamente longa. É anti-Lore? Não exatamente. É preciso saber a história para você ficar tipo "Oh! Tá okay esse casal".

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